sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015


  1. Fruição Histórica/Cultural

Histórica – A plantação de pomares de citrinos em Oeiras existe desde o tempo do Marquês de Pombal, conforme é descrito no arquivo histórico da Vila. O Palácio e Quinta de Recreio dos Marqueses de Pombal, incluindo os sistemas hidráulicos exteriores à propriedade, bem como os 200 hectares da Quinta de Cima, tiveram uma importância fulcral para a Vila de Oeiras.

A sua arquitectura residencial e agrícola, caracterizada por uma estilística barroca e modernista, constituída por um núcleo edificado e terreno murado formado por campos agrícolas, horta, mata e jardim. Estas características modernistas traduzem-se numa procura ecológica da paisagem através da utilização da vegetação endémica e criação de um ambiente aparentemente espontâneo, naturalista.

Estes princípios estão, no entanto, sujeitos aos conceitos de forma e proporção bem como à ideia de harmonia e continuidade. Sendo a horta ajardinada, de planta rectangular, constituída por doze canteiros com laranjeiras e alfazema, envolvendo tanque central com canteiros nele inseridos e com a Fonte das Quatro Estações no centro. A sua produção insidia no olival, vinha, campos de trigo, milho, pomar de citrinos laranjeira (Citrus sinensis) e amoreiras.

Vantagens: tornar visível à população a importância na plantação destas árvores contribuindo para aumentar as visitas ao Palácio do Marquês e Quinta de Cima, aliando o factor turístico através da História do concelho.

 

Figura 1 Oeiras Palácio do Marquês e Quinta de Cima, área marcada a vermelho.

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