- Fruição Histórica/Cultural
Histórica – A
plantação de pomares de citrinos em Oeiras existe desde o tempo do Marquês de
Pombal, conforme é descrito no arquivo histórico da Vila. O Palácio e Quinta de
Recreio dos Marqueses de Pombal, incluindo os sistemas hidráulicos exteriores à
propriedade, bem como os 200 hectares da Quinta de Cima, tiveram uma importância
fulcral para a Vila de Oeiras.
A sua arquitectura residencial e
agrícola, caracterizada por uma estilística barroca e modernista, constituída
por um núcleo edificado e terreno murado formado por campos agrícolas, horta,
mata e jardim. Estas características modernistas traduzem-se numa procura
ecológica da paisagem através da utilização da vegetação endémica e criação de
um ambiente aparentemente espontâneo, naturalista.
Estes princípios estão, no entanto,
sujeitos aos conceitos de forma e proporção bem como à ideia de harmonia e
continuidade. Sendo a horta ajardinada, de planta rectangular, constituída por
doze canteiros com laranjeiras e alfazema, envolvendo tanque central com
canteiros nele inseridos e com a Fonte das Quatro Estações no centro. A sua produção
insidia no olival, vinha, campos de trigo, milho, pomar de citrinos laranjeira
(Citrus sinensis) e amoreiras.
Vantagens: tornar visível à população a
importância na plantação destas árvores contribuindo para aumentar as visitas
ao Palácio do Marquês e Quinta de Cima, aliando o factor turístico através da
História do concelho.
Figura 1
Oeiras Palácio do Marquês e Quinta de Cima, área marcada a vermelho.
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